Informação maravilhosa repassada pelo Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal:
Oportunidade
Latino-americanos com menos de 33 anos, formação em jornalismo ou comunicação social e cinco anos de experiência profissional podem concorrer a este programa.
O Instituto Iberoamericano para as Ciências Sociais da Espanha convida inscrições ao III Curso IBERIS, em que 16 profissionais de comunicação da América Latina estudarão durante cinco meses em Madri e realizarão uma prática profissional em um veículo jornalístico espanhol.
O curso tem como foco a realidade sociopolítica, econômica e histórica da Espanha e os desafios das instituições da União Europeia.
A bolsa cobre a matrícula do curso, passagens de avião, seguro médico e oferece mais 5 mil euros.
As inscrições vão até 14 de novembro.
Para mais informação (em espanhol), veja aqui http://www.cursoiberis.com/
Fonte: Rede de Jornalistas Internacionais
03 novembro 2014
02 novembro 2014
The Great Gatsby, o Grande
Sim, meus caros... Só agora tive o deleite de assistir o filme The Great Gatsby e ainda estou tentando entender a razão de tanta demora. Naturalmente esse é o tipo de filme que chama a minha atenção facilmente. Mas, arrependimentos à parte, me sinto grata por ter finalmente apreciado esse espetáculo.
Sem exageros, e me expressando como leiga que sou nas ciência das artes, essa peça tem a combinação mágica de uma obra-prima: que estória, que trilha sonora, que produção visual, que figurino, que atores!
A roteiro é baseado na novela homônima de F. Scott Fitzgerald. O diretor foi o mesmo de Moulin Rouge. A trilha sonora foi produzida - acreditem - por Jay-Z (o marido da Beyoncé) e é estimulante. Tenho lido severas críticas sobre a soundtrack do ex-rapper, mas eu achei que deixou o filme com uma aura mais moderna e sensual, sem prejudicar em nada a vibe anos 20 da estória. É estimulante quando Lana Del Rey começa a perguntar "will you still love when I'm no longer young and beautiful?", ou quando o garoto toca jazz na sacada do prédio.
Seria uma injustiça não mencionar Carey Mulligan que interpretou a patricinha-mimada-fútil, que deixa todos nós com muita raiva e que às vezes me lembra a Natalie Portman.
Encontre o filme no Facebook AQUI
Sem exageros, e me expressando como leiga que sou nas ciência das artes, essa peça tem a combinação mágica de uma obra-prima: que estória, que trilha sonora, que produção visual, que figurino, que atores!
A roteiro é baseado na novela homônima de F. Scott Fitzgerald. O diretor foi o mesmo de Moulin Rouge. A trilha sonora foi produzida - acreditem - por Jay-Z (o marido da Beyoncé) e é estimulante. Tenho lido severas críticas sobre a soundtrack do ex-rapper, mas eu achei que deixou o filme com uma aura mais moderna e sensual, sem prejudicar em nada a vibe anos 20 da estória. É estimulante quando Lana Del Rey começa a perguntar "will you still love when I'm no longer young and beautiful?", ou quando o garoto toca jazz na sacada do prédio.
E o Leobardo DiCaprio? Ahhh... estava com saudades de vê-lo interpretando um mocinho, jovial, sonhador e lindo. Me lembrou um pouco do Jack (e não é só por conta da cena da piscina).
E como o filme é baseado em livro, tem sempre ótimas quotes. Como esta dita pelo personagem de Tobey Maguire (antigo homem-aranha).
In my younger and more vulnerable years, my father gave me some advice. "Always try to see the best in people," he would say. As a consequence, I'm inclined to reserve all judgements. But even I have a limit.
Em meus jovens e mais vulneráveis anos, meu pai me deu um conselho. "Sempre tente ver o melhor nas pessoas", ele disse. Como consequência, eu sou inclinado a evitar julgamentos. Mas mesmo eu tenho meus limites. (Tradução livre).
Seria uma injustiça não mencionar Carey Mulligan que interpretou a patricinha-mimada-fútil, que deixa todos nós com muita raiva e que às vezes me lembra a Natalie Portman.
Encontre o filme no Facebook AQUI
31 outubro 2014
Música do Dia - Hold on we're going home, Drake
Gente, preciso começar a escrever sobre os canais do YouTube que mais gosto. Eles me trazem gratas surpresas e até entretenimento educativo. Ultimamente tenho usado mais YouTube e Instagram para me divertir no celular e tenho percebido que os benefícios são inúmeros se comparados com o Facebook e até Twitter (mas zero se comparados com a companhia de seres humanos, porém isso não vem ao caso agora).
Indo direto ao assunto do post, a música do dia já deve ser antiguinha para a maioria de vocês, mas é nova para mim. Não conheço o Drake porque tenho uma certa resistência a ouvir esses pop/rap estadunidenses porque são muito iguais e a repetição faz minha cabeça doer, mas simpatizei com esse cara por causa dessa música. Hold on we are going home é charmosa e fofa ao mesmo tempo. Dá vontade de girar pela sala com um frasco de antitranspirante fingindo que sou cantora.
Vou postar a versão do Jona Selle (outro que merece um post dedicado) porque é ainda mais "wow".
27 outubro 2014
Sobre a liberdade de pensamento
"Cuidado para não chamar de inteligentes apenas aqueles que pensam como você".
Ugo Ojetti - Escritor e jornalista italiano.
Hoje é segunda-feira. Um dia depois de Dilma Rousseff ser reeleita presidente do Brasil. Essa eleição está repercutindo internacionalmente como a mais disputada da História da democracia brasileira. Jornalistas "orientados pela direção" não param de repetir na televisão que o "o país está dividido". Nas redes sociais o nível está mais baixo que o volume de água no Cantareira. Pessoas dizendo que vão de mudar para Miami. Que o povo merece morrer na miséria. Ataques racistas aos nordestinos e coisas do tipo. Novamente a histeria do brasileiro que não deve durar três meses, como de costume. Eles não vêem que essa eleição é um dos primeiros sinais de que a nossa democracia está amadurecendo. As pessoas estão fazendo escolhas mais analíticas que outrora. E isso é bom.
A presidente Dilma terá mais uma chance. Uma chance com duração de quatro anos para executar seus projetos. Cabe à oposição exercer seu papel: investigar, vigiar, propor melhorias, aprovar o que for bom para o país. E que o congresso e o senado se sintam vigiados pela sociedade: a parte azul, a parte vermelha e os neutros. E que nossa democracia caminhe a passos largos para a efetiva participação cidadã.
15 outubro 2014
Estude na França
Ontem na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia eu visitei o stand da União Européia. Lá encontrei várias informações interessantes, mas trouxe pra casa o folder sobre a Campus France. Então, seguem abaixo algumas informações úteis para quem quer passar um tempinho na terra do "oui".
Guia de orientação passo a passo para estudar na França:
Clique AQUI para acessar o site da Campus France.
1- Encontre seu curso (graduação, mestrado, especialização ou doutorado.
2- Prepare sua candidatura (verifique os pré-requisitos para se candidatar no curso que deseja).
3- Caso necessário, faça um dos testes oficiais do francês. Na Aliança Francesa é possível fazer os testes oficiais exigidos pelas universidades.
4- Inscreva-se no Campus France (uma vez definido o seu projeto de estudo, crie seu dossiê eletrônico no site).
5- Solicite seu visto de estudante (após o aceite da instituição).
Caso aprovado é só começar a preparar sua viagem.
Acompanhe os editais do Ciência Sem Fronteiras aqui.
14 outubro 2014
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Brasília
Hoje tive o prazer de visitar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília. Essa foi minha primeira visita a uma feira de ciência e tecnologia e eu fiquei encantada com a qualidade e diversidade de conhecimento exposto nas dezenas de stands.
No stand do Senac, um jovem estudante prontamente se dispôs a me explicar as soluções de mobilidade urbana desenvolvidas por ele e seus colegas, além da proposta chinesa - o TBS.
Já na área da Capes a diversão foi explorar os "brinquedos" científicos, como o túnel infinito, cérebro e diversas partes do corpo humano em tamanho gigante, globo de plasma e um monte de outras coisas.
As forças armadas estavam todas lá. O Exército com seus impressionantes carros de guerra; a Marinha com seu uniforme branquinho e sua réplica super legal da Estação Antártica Comandante Ferraz; e a Força Aérea com seu "ar de sofisticação" e seu girotec (simulador de gravidade zero).
Passei um pouquinho na maioria dos stands. Ganhei o livro Gestão da Inovação Tecnológica na área da ABIPTI; tive um papo bem interessante na Embrapa sobre o melhoramento genético do maracujá do cerrado e de mandioca com licopeno. Outra conversa igualmente proveitosa aconteceu no Ministério da Integração Nacional sobre ossadas de um bicho-preguiça gigante descobertas nas escavações do projeto de integração do Rio São Francisco. Enfim, totalmente recomendável uma passadinha lá. Até porque a entrada é franca e ainda tem ônibus free da rodoviária do Plano Piloto.
No stand do Senac, um jovem estudante prontamente se dispôs a me explicar as soluções de mobilidade urbana desenvolvidas por ele e seus colegas, além da proposta chinesa - o TBS.
Já na área da Capes a diversão foi explorar os "brinquedos" científicos, como o túnel infinito, cérebro e diversas partes do corpo humano em tamanho gigante, globo de plasma e um monte de outras coisas.
As forças armadas estavam todas lá. O Exército com seus impressionantes carros de guerra; a Marinha com seu uniforme branquinho e sua réplica super legal da Estação Antártica Comandante Ferraz; e a Força Aérea com seu "ar de sofisticação" e seu girotec (simulador de gravidade zero).
Passei um pouquinho na maioria dos stands. Ganhei o livro Gestão da Inovação Tecnológica na área da ABIPTI; tive um papo bem interessante na Embrapa sobre o melhoramento genético do maracujá do cerrado e de mandioca com licopeno. Outra conversa igualmente proveitosa aconteceu no Ministério da Integração Nacional sobre ossadas de um bicho-preguiça gigante descobertas nas escavações do projeto de integração do Rio São Francisco. Enfim, totalmente recomendável uma passadinha lá. Até porque a entrada é franca e ainda tem ônibus free da rodoviária do Plano Piloto.
| Réplica da base brasileira na Antártida |
| Ouvido gigante no stand da Capes |
| Globo de Plasma no stand da Capes |
06 outubro 2014
Notas sobre auto-análise, mapas e América do Sul
Sonhos são feitos de tentativas. De ir por impulso depois de pesquisar, analisar, desistir e insistir. Não sei como eles nascem, só percebo quando estão feitos, com forma, cor, cheiro e música... Insistindo para serem realizados.
Não me dou conta quando estou vivendo um deles, porque nunca parecem possíveis antes. E depois de serem, parecem um milagre. Algo não realizado por mim ou por meus esforços, porque não pareço capaz. Continuo a mesma. Mesmo depois das experiências, das memórias, das vidas que encontrei, dos lugares que visitei, dos silêncios que escutei, ainda sou apenas eu. Um eu melhorado, obviamente. Um eu deslumbrado com o tamanho do mundo que existe em um jardim. Mas ainda assim eu. Isso é interessante: perceber que no olho do furacão, parte da paisagem permanece no mesmo lugar. Vir de onde eu vim, ser o que me ensinaram. Eu mudo o tempo todo, mas, quando olho pra trás, eu sou a mesma.
Não há nada mais humanamente belo do que trocar ideias com alguém que eu nunca iria conhecer. Alguém que não vive no mesmo hemisfério, no mesmo lado do principal meridiano. Alguém que não escreve com os mesmos caracteres que eu. Alguém que não sabe nada sobre mim ou quase nada sobre meu país. Alguém que por alguns instantes é meu amigo, confidente, colega de aventuras, "rival" numa discussão. Alguém que provavelmente não verei nunca mais. Me sinto despertada. Com vontade de não parar nunca de conhecer. De deixar o novo me encontrar e me cativar. De ser um bom ser humano para outro.
Não há nada mais humanamente belo do que trocar ideias com alguém que eu nunca iria conhecer. Alguém que não vive no mesmo hemisfério, no mesmo lado do principal meridiano. Alguém que não escreve com os mesmos caracteres que eu. Alguém que não sabe nada sobre mim ou quase nada sobre meu país. Alguém que por alguns instantes é meu amigo, confidente, colega de aventuras, "rival" numa discussão. Alguém que provavelmente não verei nunca mais. Me sinto despertada. Com vontade de não parar nunca de conhecer. De deixar o novo me encontrar e me cativar. De ser um bom ser humano para outro.
É tão bom olhar o mapa mundi e me lembrar de amigos. Engraçado como hoje olho o mapa com afeto e não apenas com curiosidade como outrora. O mundo parece tão acessível e fácil quando se olha o mapa. Cartagena é tão perto de Miami. Parece ser possível cruzar a América do Sul em uma motocicleta em apenas poucos dias. Me pego pensando quanto tempo levaria de Caracas à San Juan ou Roseau ou Santo Domingo. Apenas algumas horas. Se saíssemos pela manhã de navio, talvez chegaríamos antes do almoço. Ou se saíssemos depois do almoço, teríamos a chance de ver o pôr do sol no mar antes de chegarmos ao destino. E nem precisaria ser horário de verão para isso.
O Brasil às vezes parece maior do que é. Principalmente se você mora no leste do Sudeste. É quase impossível pensar em subir de bicicleta até a Venezuela ou a Colômbia. Porque é muito Brasil para andar. Mais do mesmo, monótono e entediante. PECADO! O Brasil nunca poderia ser classificado com esses adjetivos. Mas ainda assim, não é o mesmo que andar a mesma distância e cruzar, no mínimo, cinco países ao invés de cinco (ou menos) estados.
*Texto escrito em algum lugar no espaço aéreo internacional.
Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo
Enquanto buscava informações sobre encontros científicos em Comunicação me deparei com esse congresso sobre Jornalismo que acontecerá no Rio Grande do Sul.
O 12º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo tem como tema “Pesquisa em Jornalismo para o Século 21: as audiências e a reconfiguração dos sujeitos” e será realizado de 6 a 8 de novembro de 2014 na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul), em Santa Cruz do Sul (RS).
30 setembro 2014
Música do dia: I miss you love - Silverchair
Depois de mais de um ano sem assistir nenhuma novela, hoje resolvi descansar no sofá e encarar a tal Império da Globo - lógico! Porque novela de outra emissora já seria tortura demais.
Eu exagero - porque na verdade gosto de novela - mas a maneira como a Globo trabalha essas tramas com objetivos escusos me irrita.
BUT... teorias de manipulação de massa à parte, hoje a novela "das 9" (que na minha época era das 8) me trouxe algo de bom: Silverchair. Mais especificamente "Miss you love" que havia se perdido em alguma sala do meu cérebro, ainda no prédio da adolescência.
Coisa linda ouvir essa canção novamente e me sentir transportada para milênios atrás. Me faz lembrar de chuva (será que é por que tem chuva no clip?), cheiro de árvore molhada e de amor platônico. Vontade de sair cantando até perder o ar: "And I miss you looooooooove... And I miss you loooooooove".
Eu exagero - porque na verdade gosto de novela - mas a maneira como a Globo trabalha essas tramas com objetivos escusos me irrita.
BUT... teorias de manipulação de massa à parte, hoje a novela "das 9" (que na minha época era das 8) me trouxe algo de bom: Silverchair. Mais especificamente "Miss you love" que havia se perdido em alguma sala do meu cérebro, ainda no prédio da adolescência.
Coisa linda ouvir essa canção novamente e me sentir transportada para milênios atrás. Me faz lembrar de chuva (será que é por que tem chuva no clip?), cheiro de árvore molhada e de amor platônico. Vontade de sair cantando até perder o ar: "And I miss you looooooooove... And I miss you loooooooove".
09 julho 2014
Sobre a derrota pra Alemanha, no futebol.
Depois da derrota por 7-1 do Brasil para a Alemanha, eu fui passear com um grupo de meninas e entre elas havia uma alemã. No início, eu e outra brasileira achamos que ficaríamos envergonhadas com os possíveis comentários da moça, mas o tempo passou e até a metade da noite nenhuma palavra foi dita sobre o assunto.
Achei estranho e perguntei se ela havia assistido o jogo. Ela, claramente constrangida, explicou que começou a ver só no final do primeiro tempo e que não acreditou quando a amiga contou que o placar já estava de 5-0.
Muito discretamente ela conduziu a conversa para algo como "eu amo os brasileiros, são sempre tão animados". E em seguida: "eu sei que existem muitos alemães no Sul do Brasil".
De alguma forma isso me surpreendeu. Em um mundo onde as torcidas hostilizam umas as outras e também aos seus times (quando perdem, é claro), a menina teve uma atitude tão amável. Ela respeitou. Não só com palavras, mas também na forma como se comportou ao dizê-las.
Sei que nem todos os alemães tiveram um comportamento admirável diante de tão inacreditável resultado. Mas ela teve. Passados os comentários futebolísticos, continuamos nossa noite conversando sobre nossos dias, planos e etc. Estávamos apenas sendo pessoas, com taaaaaaanta coisa diferente uma da outra, mas com algo em comum: ambas não enxergamos o futebol - tão popular no Brasil quanto na Alemanha - como principal fonte de realização e orgulho nacional. Não precisamos disso pra viver. Precisamos é de correr atrás dos nossos sonhos, tentar fazer do mundo um lugar mais habitável e das relações humanas algo mais agradável.
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