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29 dezembro 2013

Filme A Menina que Roubava Livros

Cena do filme: Liesel e Max (créditos aqui)

Enfim realizei um desejo antigo e assisti o filme baseado no livro A Menina que Roubava Livros (The Book Thief), de Marcus Zusak.

Vigio a estreia desse filme há um tempão e em outubro vi o cartaz em um dos cinemas da AMC anunciando que seria lançado em novembro. Porém, esperei-esperei e nada... Foi quando resolvi pesquisar na internet e vi que estava em cartaz no cinema da Landmark, na 50th and France, em Edina.

Os cinemas da Landmark veiculam filmes independentes de diversos países e também o que eles chamam de "filmes inteligentes de Hollywood". O climinha cult/hipster/vintage já pode ser sentido na fila para comprar os tickets. A fachada é a mesma dos cinemas antigos: luzes vermelhas e amarelas em volta de uma placa branca gigante onde se escrevem os nomes dos filmes com letrinhas pretas. A galera que frequenta é visivelmente mais velha - lá é cheio de velhinhos e velhinhas fofíssimos, chamados de "seniors" - e os poucos jovens, ou estão acompanhando os pais e avós, ou são perdidos interessados em filmes específicos como eu.

Fachada Edina Movie Theater (créditos aqui)
O filme em questão foi, como era de se esperar, maravilhoso. Essa é uma das mais amáveis histórias que já li e assisti. E a produção, feita numa parceria entre os Estados Unidos e a Alemanha, manteve o clima etéreo do livro - o que deve ter sido um trabalho muito difícil considerando que a história se passa na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial e é narrada pela Morte. Além disso, não tem coisa melhor do que assistir um filme e ouvir os sotaques maravilhosos do mundo: apesar de falarem em inglês, os atores tentam reproduzir o sotaque alemão. 

O cast está impecável, não tenho do que reclamar. Principalmente o ator Geoffrey Rush que a maioria conhece de Piratas do Caribe, como o Capitão Hector Barbossa. Ele faz o Hans Hubermann, pai de Liesel - a protagonista e me fez lembrar muito o Hans da minha imaginação. 

Pesquisando algumas fotos, me esbarrei uma curiosidade interessante sobre o filme: a atriz Sophie Nélisse, que faz a Liesel, é franco-canadense e este é o primeiro filme que ela faz falando em inglês. O sotaque dela é uma fofura.

Cast

Sophie Nélisse plays Liesel

Ben Schnetzer plays Max
Nico Liersch plays Ruby
Geoffrey Rush plays Hans Hubermann

Emily Watson plays Rosa Hubermann

Todas as fotos foram retiradas da Fanpage oficial do filme no Facebook The Book Thief Movie. 

26 julho 2013

Alguns infinitos são maiores do que outros

John Green


Comecei a ler este livro de forma despretensiosa. Havia terminado de ler um sobre psicologia comportamental e estava realmente a fim de algo puramente "recreativo". Encontrei-o nas prateleiras das lojas Americanas e fui convencida pela crítica do The New York Times na contracapa que dizia: "Um misto de melancolia, doçura, filosofia e diversão. Green nos mostra um amor verdadeiro... muito mais romântico que qualquer pôr do sol à beira da praia". 

"É disto que eu preciso", logo pensei. Contudo, o peso para minha decisão final de trazê-lo para casa foi  uma declaração da protagonista, também estrategicamente escrita na contracapa, que dizia:

"Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto limitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter". Hazel Grace.

Gostei da reflexão sobre o infinito e então trouxe o livro da capa azul.  Durante a leitura, em poucos momentos, mais precisamente no início, me peguei pensando "Não acredito que estou lendo este livro adolescente". Mas, como insistente que sou, continuei. Ainda bem!

A história é encantadora, embora dramática e triste. Não é nenhuma obra de ficção revolucionária, mas nos faz sentir as mesmas emoções descritas no papel e isso é um grande feito. Afinal, não é qualquer um que me faz debulhar em lágrimas (a ponto de ficar com os olhos inchados) e soltar risadas em um ônibus lotado.

Digo apenas que Hazel Grace e Augustus Waters valem a pena. Principalmente pelos seus diálogos impagáveis. Para não estragar a surpresa, reproduzo abaixo apenas um trecho divertido de Hazel, cuja ideia compartilho há muitos anos:

"...mamãe insistiu que tomássemos café da manhã com o papai, embora fosse uma questão de princípio, para mim, não comer antes do sol nascer, simplesmente porque eu não era um camponês russo do século dezenove me alimentando para fortalecer antes de um dia inteiro de trabalho braçal".

Livro: A Culpa é das Estrelas
Autor: John Green
Editora: Intrínseca


22 julho 2013

Que poema de Fernando Pessoa eu sou

Fernando Pessoa. Foto: reprodução. 

O site Educar para Crescer disponibilizou um teste, desenvolvido por Fernando Segolin - professor de Literatura e Crítica Literária da PUC-SP, para descobrirmos com qual poema de qual heterônimo pessoano nos identificamos.

O meu resultado foram os três abaixo:

O Livro do Desassossego, de Bernardo Soares

“A vida é para nós o que concebemos nela. Para o rústico cujo campo próprio lhe é tudo, esse campo é um império. Para o César cujo império lhe ainda é pouco, esse império é um campo. O pobre possui um império; o grande possui um campo. Na verdade, não possuímos mais que as nossas próprias sensações; nelas, pois, que não no que elas vêem, temos que fundamentar a realidade da nossa vida.
Isto não vem a propósito de nada.

Tenho sonhado muito. Estou cansado de ter sonhado, porém não cansado de sonhar. De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos. Em sonhos consegui tudo. Também tenho despertado, mas que importa? Quantos Césares fui! E os gloriosos, que mesquinhos! César, salvo da morte pela generosidade de um pirata, manda crucificar esse pirata logo que, procurando-o bem, o consegue prender. Napoleão, fazendo seu testamento em Santa Helena, deixa um legado a um facínora que tentara assinar a Wellington. Ó grandezas iguais à da alma da vizinha vesga! Ó grandes homens da cozinheira de outro mundo! Quantos Césares fui, e sonho todavia ser.
Quantos Césares fui, mas não dos reais. Fui verdadeiramente imperial enquanto sonhei, e por isso nunca fui nada. Os meus exércitos foram derrotados, mas a derrota foi fofa, e ninguém morreu. Não perdi bandeiras. Não sonhei até ao ponto do exército, onde elas aparecessem ao meu olhar em cujo sonho há esquina. Quantos Césares fui, aqui mesmo, na Rua dos Douradores. E os Césares que fui vivem ainda na minha imaginação; mas os Césares que foram estão mortos, e a Rua dos Douradores, isto é, a Realidade, não os pode conhecer.

Atiro com a caixa de fósforos, que está vazia, para o abismo que a rua é para além do parapeito da minha janela alta sem sacada. Ergo-me na cadeira e escuto. Nitidamente, como se significasse qualquer coisa, a caixa de fósforos vazia soa na rua que se me declara deserta. Não há mais som nenhum, salvo os da cidade inteira. Sim, os da cidade dum domingo inteiro – tantos, sem se entenderem, e todos certos.
Quão pouco, no mundo real, forma o suporte das melhores meditações. O ter chegado tarde para almoçar, o terem-se acabado os fósforos, o ter eu atirado, individualmente, a caixa para a rua, mal disposto por ter comido fora de horas, ser domingo a promessa aérea de um poente mau, o não ser ninguém no mundo, e toda a metafísica.
Mas quantos Césares fui!”
(27/06/1930; em “Livro do Desassossego”)

O poeta Fernando Pessoa tinha uma atração peculiar por Bernardo Soares. Para início de conversa, ele o classificava de semi-heterônimo porque: “não sendo a personalidade a minha, é, não diferente da minha, mas uma simples mutilação dela”. Ou ainda: “Sou eu menos o raciocínio e a afetividade.” É importante destacar que foi por meio de Bernardo Soares, autor de “O Livro do Desassossego”, espécie de diário em prosa poética escrito a partir de 1914 que o poeta Fernando Pessoa mais sinceramente falou de si mesmo. 

Boca Roxa e Sim, Ricardo Reis

“Bocas roxas de vinho,
Testas brancas sob rosas,
Nus, brancos antebraços
Deixados sobre a mesa;

Tal seja, Lídia, o quadro
Em que fiquemos, mudos,
Eternamente inscritos
Na consciência dos deuses.

Antes isto que a vida
Como os homens a vivem
Cheia da negra poeira
Que erguem das estradas.

Só os deuses socorrem
Com seu exemplo aqueles
Que nada mais pretendem
Que ir no rio das coisas.
(“Bocas Roxas”, 08/1915)

e

“Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.”

(“Sim”; 07/1931)

Ricardo Reis é o poeta clássico, de formação católica rígida e monarquista. Entre os heterônimos, tem o temperamento mais “certinho”. Sua poesia transpira fatalismo, de quem se sente marcado pelo fado antes mesmo do nascer. Por isso, acredita Reis, o melhor a fazer é aceitar o que acontece e levar a vida sem grandes alegrias, nem tristezas, evitando as paixões, porque elas passam e causam sofrimento.

Apontamento, Álvaro de Campos

“A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.

Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.

Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.

Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?

Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmo, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.

Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.
(“Apontamento”; 1929)


Cosmopolita, trilíngue (inglês e francês, além do português natal), alma andarilha, Álvaro de Campos é o oposto de Caeiro. Gosta das máquinas e engrenagens e das sensações da grande cidade – esse é o seu lado eufórico. Mas também é o heterônimo de Pessoa que mais se desiludiu com a própria poesia, admitindo que tudo o que escreveu não passou de palavras, ilusão.

30 abril 2013

Natureza versus Criação


Eu suporia que herdei um sistema nervoso altamente reativo, mas minha mãe insiste que eu era um bebê tranquilo, não do tipo que chuta e chora com um estouro de balão.

Tenho tendência a ser muito insegura, mas também tenho muita coragem em minhas próprias convicções. Sinto-me terrivelmente desconfortável em meu primeiro dia em uma cidade estrangeira, mas amo viajar.

Eu era tímida quando criança, mas superei o pior disso.

Trecho do livro "O Poder dos Quietos" de Susan Cain.

Nota: um dos estudos apresentados no livro defende que as pessoas nascem introvertidas, uma vez que as estatísticas indicam que bebês mais reativos se tornam adultos mais cautelosos /quietos / desconfiados.

19 abril 2013

Escritos da Maturidade #7



Não só devemos tolerar as diferenças entre indivíduos e entre grupos, como devemos de fato aceitá-las com satisfação e considerá-las enriquecedoras de nossa existência.

Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 23.







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16 fevereiro 2013

Escritos da Maturidade #6

Pois tudo o que é realmente grandioso e inspirador é criado pelo indivíduo que pode trabalhar em liberdade.
Albert Einstein - Escritos da maturidade, pág. 23.

15 janeiro 2013

Escritos da Maturidade #5


"As palavras são e continuam sendo um som vazio, e a estrada para a perdição sempre foi calçada pela exaltação hipócrita de algum ideal. Mas as personalidades não se formam pelo o que é dito e ouvido, e sim pelo trabalho e pela atividade". 
Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 36. 

Escritos da Maturidade #4


" A ciência tem por objetivo estabelecer regras gerais que determinem a conexão recíproca de objetos e eventos no tempo e no espaço. A validade absolutamente geral dessas regras, ou leis da natureza, é algo que se pretende - mas não se prova. Trata-se sobretudo de um projeto, e a confiança na possibilidade de sua realização, por princípio, funda-se apenas em sucessos parciais". 
Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 31. 

Escritos da Maturidade #3


"Embora possa ser ela o que determina a meta, a religião aprendeu com a ciência, no sentido mais amplo, que meios poderão contribuir para que se alcancem as metas que ela estabeleceu. A ciência, porém, só pode ser criada por quem esteja plenamente imbuído da aspiração à verdade e ao entendimento.
A fonte desse sentimento, no entanto, brota na esfera da religião. A esta se liga também a fé na possibilidade de que as regulações válidas para o mundo da existência sejam racionais, isto é, compreensíveis à razão. Não posso conceber um autêntico cientista sem essa fé profunda. A situação pode ser expressa por uma imagem: a ciência sem religião é aleijada, a religião sem fé é cega". 
Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 30. 

18 dezembro 2012

Escritos da Maturidade #2

Para que "a possibilidade de desenvolvimento espiritual de todos os indivíduos, possa ser assegurada, é necessária um segundo tipo de liberdade externa. O homem não deve ser obrigado a trabalhar para suprir as necessidades da vida numa intensidade tal que não lhes restem tempo nem forças para as atividades pessoais. "
Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 16.



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Escritos da Maturidade #1

"A produção de bens está inteiramente desorganizada, de tal modo que todos têm de viver no temor de ser eliminados do ciclo econômico e, com isso, ver-se privados de tudo."

Albert Einstein. Escritos da Maturidade, pág. 13.


16 julho 2011

Hoje fui ao cinema - Harry Potter 7

 Pronto, acabou!

Hoje assisti a segunda e última parte do filme Harry Potter e as Relíquias da Morte. Não estava nos meus planos sair do trabalho e ir direto ao cinema, mas os comentários de quem foi à estreia foram tão empolgantes que resolvi encerrar essa etapa da minha vida de uma vez por todas.

Bom, como era de se esperar a fila para comprar ingresso estava enorme. Na verdade, eu não esperava porque era apenas 13h da tarde. Só consegui assistir a sessão de 13h20 por causa dos terminais de auto-atendimento onde se compra ingresso no débito.

Nunca vi o Park Shopping tão lotado. Estava até parecendo o Pátio Brasil. Credo!

Teve até princípio de barraco por causa de gente que fura fila

Olha só que treva. Imagine como não vai ficar isso à noite
Entrei na sala Kinoplex e tão logo sentei nas cadeirinhas rangentes forçaram amizade comigo (isso sempre acontece quando vou ao cinema). O legal é que descobri uma curiosidade: as propagandas e trailers que aparecem antes dos filmes são controlados via satélite e não tem como as salas atrasarem o início das projeções, mesmo que os vendedores de pipoca peçam para fazê-lo.

Isso significa que o fim de Harry Potter começou exatamente na hora marcada. E foi emocionante. *.*

Tudo branquinho
Ficou bravo esse aí
Acabou-se o que era douce

01 maio 2009

A sustentável ausência da distração eletrônica


Outro dia ouvi uma colega dizer que não imagina a vida sem a internet, pois tudo o que faz, seja trabalho ou lazer, é através da rede. Mais recente, a mãe de uma amiga disse que acompanha todas as novelas da Globo e que quando estas acabam muda o canal para “pegar as da Record”. Achei tudo isso um exagero. Mas, tão logo passei por um - ainda desconhecido- tormento.

Há pouco tempo mudei de casa e, além de perder a internet, minha televisão ficou sem sinal. Quase fiquei doente. Vagava pelos cômodos da casa a procura de distração, estava profundamente abatida. O tédio era aflitivo.
Então, sem minhas ocupações virtuais me lembrei de um velho hábito sufocado pelo corre-corre de todo dia e pela comodidade de assistir tudo resumido na televisão. Me lembrei de outro universo irreal, porém mais fascinante que o orkut. Imergi na literatura.

Entre clássicos e best-sellers adolescentes revivi emoções e sensações adormecidas na insustentável leveza da alma. Visitei Londres, Praga, Alemanha, Rio Grande do Sul e a amena Itabira.
Durante dias observei um homem se metamorfoseando em um inseto gigante. Ouvi confidências de um itabirano apaixonado. Vi um bruxo enterrar um elfo no jardim de uma grande Toca. Por várias vezes desci ao porão de uma casa humilde para, junto com uma alemanzinha, ler para um judeu histórias de livros roubados. Me apaixonei por um vampiro indizivelmente belo e, no tempo fugaz entre um epílogo e outro, também amei um majestoso lobo febril. Mas, agora estou empenhada em descobrir o que importa na vida: se o pólo positivo ou negativo, se o peso ou a leveza de ser.

Enquanto não viro a última página dessa eterna busca, sinto a paz que provém da satisfação da alma. A doce alegria de viver com paixão várias vidas de uma só vez. O tipo de coisa que não se tem no MSN, na novela das oito ou no Faustão.

É claro que não aboli os meios tecnológicos de entretenimento da minha vida. Mas percebi que nenhuma engenhoca se compara com as palavras gravadas artisticamente no papel. O famoso humorista, Groucho Marx, de filmes clássicos como Diabo a Quatro, disse algo extremamente coerente com esta breve reflexão. “Eu acho a televisão muito educativa. Toda vez que alguém a liga, eu vou para a outra sala e leio um livro”. Boa escolha!

Por Vanessa Sezini

Nota: neste texto faço referência aos seguintes livros:

- A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera.
- A Metamorfose, Franz Kafka.
- Antologia Poética, Carlos Drummond de Andrade.
- A menina que roubava livros, Markus Zusak.
- Harry Potter e O Enigma do Príncipe. JK Rowling.
- Crepúsculo, Stephenie Meyer.
- Lua Nova, Stephenie Meyer.