Não só devemos tolerar as diferenças entre indivíduos e entre grupos, como devemos de fato aceitá-las com satisfação e considerá-las enriquecedoras de nossa existência.
Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 23.
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Não só devemos tolerar as diferenças entre indivíduos e entre grupos, como devemos de fato aceitá-las com satisfação e considerá-las enriquecedoras de nossa existência.
Pois tudo o que é realmente grandioso e inspirador é criado pelo indivíduo que pode trabalhar em liberdade.Albert Einstein - Escritos da maturidade, pág. 23.
"As palavras são e continuam sendo um som vazio, e a estrada para a perdição sempre foi calçada pela exaltação hipócrita de algum ideal. Mas as personalidades não se formam pelo o que é dito e ouvido, e sim pelo trabalho e pela atividade".Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 36.
" A ciência tem por objetivo estabelecer regras gerais que determinem a conexão recíproca de objetos e eventos no tempo e no espaço. A validade absolutamente geral dessas regras, ou leis da natureza, é algo que se pretende - mas não se prova. Trata-se sobretudo de um projeto, e a confiança na possibilidade de sua realização, por princípio, funda-se apenas em sucessos parciais".Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 31.
"Embora possa ser ela o que determina a meta, a religião aprendeu com a ciência, no sentido mais amplo, que meios poderão contribuir para que se alcancem as metas que ela estabeleceu. A ciência, porém, só pode ser criada por quem esteja plenamente imbuído da aspiração à verdade e ao entendimento.Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 30.
A fonte desse sentimento, no entanto, brota na esfera da religião. A esta se liga também a fé na possibilidade de que as regulações válidas para o mundo da existência sejam racionais, isto é, compreensíveis à razão. Não posso conceber um autêntico cientista sem essa fé profunda. A situação pode ser expressa por uma imagem: a ciência sem religião é aleijada, a religião sem fé é cega".
Para que "a possibilidade de desenvolvimento espiritual de todos os indivíduos, possa ser assegurada, é necessária um segundo tipo de liberdade externa. O homem não deve ser obrigado a trabalhar para suprir as necessidades da vida numa intensidade tal que não lhes restem tempo nem forças para as atividades pessoais. "Albert Einstein - Escritos da Maturidade, pág. 16.
"A produção de bens está inteiramente desorganizada, de tal modo que todos têm de viver no temor de ser eliminados do ciclo econômico e, com isso, ver-se privados de tudo."